quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Portugal não é a Grécia


"Não podemos fazer parte da Europa que exaltou com a vitória do Syriza. Não merecemos fazer parte. Porque nunca tivemos coragem para perspetivar uma posição de força nem uma mudança política. Em Lisboa, voltaram a imperar os brandos costumes, a resiliência e o conservadorismo. Faltou coragem. (...) Somos mansos e ficaremos conhecidos como tal. Portugal não é a Grécia. Ou foi a Grécia que não quis ser Portugal?" in A Bica

2 comentários:

guzwb disse...

por isso é tão necessário oferecer às pessoas escolhas claras e não induzir-lhes de que no centrão psd-ps há alguma solução possível.

pvnam disse...

A firmeza do contribuinte alemão, não cedendo à pressão vinda da imprensa marioneta da superclasse (alta finança - capital global), É FUNDAMENTAL PARA SALVAR A EUROPA!!!
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-> Depois de andar a 'cavar-buracos' um pouco por todo o lado (nas finanças públicas, na banca)... a superclasse (alta finança - capital global) quer pôr o contribuinte a tapar os buracos por si cavados!
-> Ora, de facto, depois de 'cozinhar' o caos..., a superclasse apareceu com um discurso, de certa forma, já esperado!... Um exemplo: a conversa do mega-financeiro George Soros: «é preciso um Ministério das Finanças europeu, com poder para decretar impostos e para emitir dívida».
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-> O discurso anti-austeridade que circula por aí... pressupõe a existência de alguém que vai pagar/suportar o deficit... e já existe um alvo escolhido: o contribuinte alemão!
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-> A superclasse pretende 'cozinhar' as condições que são do seu interesse:
- privatização de bens estratégicos: combustíveis... electricidade... água...
- caos financeiro...
- implosão de identidades autóctones...
- implosão das soberanias...
- forças militares e militarizadas mercenárias...
resumindo: estão a ser criadas as condições para uma Nova Ordem a seguir ao caos - uma Ordem Mercenária: um Neofeudalismo.
{uma nota: anda por aí muito político/(marioneta) cujo trabalhinho é 'cozinhar' as condições que são do interesse da superclasse}
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PARA 'CORTAR' COM AS REGRAS DA SUPERCLASSE HÁ QUE:
-1- REDUZIR O PODER DOS POLÍTICOS... leia-se: votar em políticos não é (não pode ser) passar um cheque em branco... isto é, ou seja, os políticos e os lobbys pró-despesa/endividamento poderão discutir à vontade a utilização de dinheiros públicos... só que depois... a 'coisa' terá que passar pelo crivo de quem paga (vulgo contribuinte)... isto é... deve existir o DIREITO AO VETO de quem paga!!!
{ver blog 'fim-da-cidadania-infantil'}
-2- garantir o DIREITO À SOBREVIVÊNCIA DAS IDENTIDADES AUTÓCTONES... ou seja: não existe problema em os 'globalization-lovers' gostarem de o ser; há é que criar condições para que as Identidades Autóctones possam sobreviver... leia-se: os 'globalization-lovers' que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa!
{ver blog 'Separatismo-50-50'}
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P.S.1.
O novo Primeiro Ministro grego Tsipras e o seu Ministro das Finanças Varoufakis, contrataram como conselheiros do governo a empresa Lazard.
A empresa Lazard é uma instituição financeira de New York, e fica entre os tubarões mais tubarões da Finança especulativa.
A Lazard em 2013-2014 trabalhou com JP Morgan e Deutsche Bank para "tratar" do governo da Etiópia... pois sim, a Etiópia: aquela onde existe a fome... agora a Etiópia ficou presa numa armadilha especulativa feita de obrigações de uma magnitude suficiente para colocar o País e seus recursos nas mãos de Chicago e Wall Street para os próximos 70 anos.
{http://informacaoincorrecta.blogspot.pt/}
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P.S.2.
Uma das primeiras medidas do novo governo grego foi a (re) contratação das 595 (!?!?!?!?!?!!!) empregadas de limpeza do ministério das finanças.
{http://31daarmada.blogs.sapo.pt/}